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A rivalidade feminina é muito mais acirrada do que a masculina.

Atire a primeira bolsa quem nunca sentiu uma invejinha básica de uma amiga, de uma colega de escola, de trabalho ou em uma festa, enfim, de alguma mulher que tinha um “quê” a mais. Sim, nós somos naturalmente competitivas. Gostamos de chamar mais atenção, ser mais inteligentes, mais bonitas, mais bem-vestidas e mais espertas do que as outras.

Entrevista com © Dra Olga Inês Tessari

Começa lá na infância, quando queremos ter uma boneca mais legal do que a da nossa amiguinha, passa pela adolescência, quando queremos nos destacar no meio da turma, e continua pela idade adulta, quando disputamos com outras mulheres os homens disponíveis, uma vaga de emprego, uma promoção no trabalho e até um corpo perfeito. Ou seja, queremos ser as melhores em tudo. Mas até que ponto isso pode ser saudável?

Segundo a psicóloga Olga Tessari, faz parte da natureza humana querer ser o melhor, o mais bonito, aquela pessoa que se destaca no meio da multidão. “A competitividade feminina está ligada à cultura.

Fonte:
https://www.olgatessari.com/relacionamento/rivalidade-feminina/

“Rivalidade feminina”: é saudável, inveja ou um mito?

Inveja.
75%
É saudável.
25%
Mito
0%

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